Educação em sua transição para
atender ao Mercado
O
mundo cada vez mais globalizado sem distâncias econômicas, culturais encaminha
para a mudança da educacional. Essas mudanças consistem em se ter um novo
perfil de trabalhador educador, sendo flexível, adquirir novas habilidades e
competências pessoais e sociais. Essas características modificam não só o
educador como a escola, que enxerga a instituição como comercio e assim entra
no mercado competitivo. A escola passa a ter objetivos e prioridades diferentes
além do ensino, assumindo outros interesses e valores. As instituições
escolares tem seu foco nas necessidades e mudanças do mercado atribuindo atitudes
ao trabalho docente recursos tecnológicos que o diferencie em sua prática
metodológica, por consequência traga destaque pra escola no cenário do mercado.
Não
só é a escola que dispõe o conhecimento preciso e necessário, para os
interessados. Com o advento da internet o saber tornou-se acessível a todos. E
se para cada tipo de conhecimento desejado é possível ser encontrado no mercado
virtual ou físico. Pois o ensino pode ser técnico, formal, não formal,
profissionalizante, seja qual for a modalidade, está acessível, uma vez que o
mercado tem necessidade de profissionais, as escolas têm em seus objetivos que seus
alunos estejam dentro do mercado trabalho, garantindo seu nome no destaque
escolar.
Porém,
não se pode pensar em uma escola voltada para interesses próprio de marketing
deve garantir a qualidade do ensino. Para tanto o ensino deve contribuir para
formar indivíduos capazes de pensar e aprender permanentemente. Acreditando que
o ensino é inacabado e que sempre há o que aprender; deve promover a formação
holística do indivíduo, sendo humanizados na ética, cidadania e valores sociais
de respeito mútuo.
Dentro
do cenário social mundial, percebemos o domínio de certas filosofias que são
incoerentes na base da vivencia social. Como Neoliberalismo: que visa o mercado
como unificador das normas social, com o consumo sem freio. O Macrotendência:
que é regido pelo o comercio livre, competitividade desenfreada, onde o grande
engloba o pequeno com fins de apurar lucros, e a eficiência e qualidade dos
produtos, onde cada vez mais tem a exigência e as empresas à competência de
melhor servi-los. Compreendemos que a visão de mundo das empresas são ver as
pessoas como consumidores, meramente consumidores e que elas tem que os
atraírem e adestra-los a compras sem pensar em suas consequências futuras. As
empresas atribuem ao governo administrar as desigualdades sociais e
possibilitarem politicas que os garantam no volante do mercado vendendo e as
pessoas meros consumidores, fazendo a roda de a vida girar em um desequilíbrio,
que poderá quebrar e resultar em um caos sem ajustes possíveis.
Em
meios de descontrole a educação vem com confiança em educar para vida com
qualidade e fraternidade. Ensinado valores, princípios, cidadania, igualdade,
tudo bem isso é muito importante, mas onde o colocaremos em prática? Visto que
a incoerência em que se ensina com que se vive em sociedade? Bem cabe a escolar
continuar a ensinar em seu modelo formal e a sociedade “desensinar” com suas
metodologias mais eficazes na informalidade.
Portanto,
o a desigualdade educacional caminha em um caminho que nos levará a novos rumos
de ensino, pois como estamos em roda viva, poderá mais a frente haver uma
mudança significativa onde à educação nacional será digna e respeito.
Que aula foi esta?
ResponderExcluirNão abordamos este tema postado.
Portanto, não foi computada este registro.